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28 janeiro 2019

Zine PEIBÊ participa de exposição internacional em Angoulême.

O fanzine Peibê, produzido pelo projeto IFanzine do Campus Macaé, foi um dos selecionados para exposição do Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême, na França, que premiará os melhores trabalhos de quadrinhos profissionais e alternativos. Ao todo foram selecionados 33 fanzines advindos de 11 países: França, Bélgica, Suíça, Itália, Portugal, Croácia, Israel, Líbano, Canadá, Brasil e Taiwan.
A premiação ocorrerá no próximo sábado, 26/01 e o júri, composto por especialistas da área, é presidido por Philippe Morin, sendo este o primeiro vencedor desta categoria. O contemplado receberá uma bolsa de 500 euros da SEA, Alternative Publishers Syndicate .
Segundo Alberto de Souza, coordenador do projeto, a seleção para a Exposição de Quadrinhos Alternativos de Angoulême foi uma grande conquista que reforça o entusiasmo compartilhado com os estudantes do projeto que vem, ao logo de cinco anos, promovendo a aplicabilidade de revistas artesanais e quadrinhos como uma ferramenta a serviço do processo educacional e como estímulo à autoria. “Temos muitos jovens talentosos com vocação para o desenho e escrita e o projeto preenche esta lacuna ao oportunizar um incentivo, que se revela impactante para o neófito, quando entende e descobre a cultura dos fanzines, ou seja, quando conhece o modo de fazer livre das amarras comerciais, sem fórmulas estereotipadas e com espaço franqueado a quem quer contar histórias, fazer circular ideias, promover discussão e, sobretudo, exercer o fazer artístico”.
Para Alberto, o projeto alcançou um patamar acima com a inauguração da Fanzinoteca IFF Macaé ano passado, espaço este destinado a abrigar um crescente acervo de publicações independentes, hoje em torno de 1000 exemplares, obtidos por meio de troca com autores do Brasil e exterior. A Fanzinoteca funciona no Campus Macaé diariamente, de 13h30 às 16h30 e é aberta ao público em geral para leitura de publicações e produção de trabalhos autorais e até mesmo aulas e produção de trabalhos escolares sob a orientação de professores das mais diversas áreas e que vêm dispondo do zine como ferramanta no processo de produção textual e avaliativo.
O PEIBÊ, trata-se de uma revista de quadrinhos autoriais e que tem colaboração tanto de estudantes do IFFluminense como de autores independentes do país afora, o que resulta num publicação coletiva eclética que apresenta o diferencial de histórias em quadrinhos com propostas conceituais e estéticas diferenciadas do formato das revistas comerciais, normalmente produzidos em estúdio por vários profissionais, com linha de montagem. O conteúdo traz, dentre outros, alguns relatos de uso de fanzine (fanatic+magazine) e quadrinhos nas escolas e entrevistas com artistas independentes.
A presente edição número 6 foi lançada durante o Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial promovido pelo projeto e realizado no IFF Macaé em julho do ano passado.
O fanzine PEIBÊ#6 e outras edições do projeto podem ser acessadas no site da Editora Marca de Fantasia, especializada em publicações de quadrinhos independentes.
Fonte: Portal IFFluminense

11 dezembro 2018

Piquenique na Fanzinoteca


Vai acontecer na próxima quarta, dia 12/12 às 14h o primeiro Piquenique na Fanzinoteca e quem quiser somar é só aparecer. Vai ter um mutirão para pintura de vários painéis nas paredes da Fanzinoteca. Quer marcar presença com um stencil seu, do projeto ou coletivo do qual participa e colaborar com o mutirão? É só selecionar uma imagem de sua preferência, ou bater uma foto que quiser usar para a pintura e levar na hora da oficina ou pode enviar antecipadamente em mensagem inbox pra nós ou pelo email: projetoifanzine@gmail.com 
Troca sugerida: Traga uma tolha de mesa, um lanche para o Piquenique Colaborativo. Vamos registrar este dia que celebra a permanência da Fanzinoteca no prédio atual e o fim de um ano de muitas realizações e parcerias!
O fazer artístico, em toda a sua forma, não pode ser domesticado ou aprisionado; não é sobre algo distante, intocável, restrito; não se detém apenas na compreensão e/ou representação pessoal do concreto, mas, em sua natureza, em seu lirismo, qualifica-se como o "manifesto" de nossa própria voz e existência, culminando na construção gradual do “eu” subjetivo a que o emprego de adjetivos tanto falha em descrever. Com isso, a Fanzinoteca, além de ser um lugar de amor acolhedor, de vivências e aprendizado humanos, que transcende o espaço físico que ocupa, é um lugar propício a esta construção e de estímulo constante deste mesmo fazer artístico, onde, como C. S. Lewis, fui pessoalmente "surpreendido pela alegria". 
Dito isto, na próxima quarta-feira, dia 12 de dezembro, às 14h, a Fanzinoteca do Instituto Federal Fluminense Campus Macaé, fazendo uma alusão a tudo o que o próprio fazer artístico e zineiro nos é capaz de proporcionar, sedia um verdadeiro ágape, contando com produção, exposição e sorteio de zines; trabalhos coletivos de stencil, graffiti; e um piquenique, com a intenção de celebrar a permanência de seu espaço e identidade, as conquistas até aqui obtidas, o encerramento temporário das atividades do projeto devido ao fim de ano e à interrupção do calendário letivo; remontando a vivência, agregação, troca, ocupação, descontração e relacionamentos que nutrimos para muito além de seu espaço. Soa-me ainda como adequado dizer que a proposta é fazer tão somente, como Clarisse Freire, poeta, mesma disse: pó de lua... para diminuir a gravidade das coisas. 
O convite à esta celebração estende-se tanto ao público interno quanto externo; a todos os que, de alguma forma, sentem-se afeiçoados a tudo o que o Projeto IFanzine faz e representa. Esperamos, então, por você, para juntos festejarmos! 
(Texto de Vitor Fortunato e post com arte de Gabriel Mira).

12 novembro 2018

Mostra PEIBÊ reune autores independentes e celebra o mês do fanzine


A Mostra de Zines PEIBÊ este ano aconteceu em dois dias,
contando com oficinas, rodas de conversa, exposição e feira.
O Instituto Federal Fluminense Campus Macaé abrigou pela segunda vez um evento dedicado aos fanzines e publicações alternativas, a Mostra PEIBÊ, que entrou, desde a fundação da Fanzinoteca IFF Macaé em 2017, para o calendário anual dos eventos nacionais que celebram o Dia Nacional do Fanzine, data agitada pela comunidade fanzineiros do Brasil, em lembrança do pioneiro zine Ficção, editado pelo cartunista e colecionador de HQ Edson Rontani. A Mostra de Zines este ano aconteceu em dois dias, 25 e 27 de outubro, compondo a programação da Expocit, uma feira acadêmica que envolveu a comunidade estudantil e promoveu várias atividades no decorrer da semana, o que oportunizou grande afluxo de estudantes e trouxe visitantes externos em caravanas. 
As atividades da Mostra de Zines aconteceram em sua maior parte na própria Fanzinoteca, que esteve lotada no decorrer do evento, e ocupou a quadra poliesportiva da campus no fim do dia, junto aos eventos culturais que aconteceram no fim da semana, incluindo o Halloween da Diversidade, que além do aspecto lúdico associado à festividade, propôs uma reflexão sobre vários temas enfrentados pela sociedade brasileira e mundial no que diz respeito à intolerância.
Exibição do documentário "Fanzine Tchê, 30 anos
de Resistência, inspirando as rodas de conversa com autores.
Oficina Zoozine, com os biólogos Elidiomar Ribeiro da Silva
e Luci Boa Nova, que empolgou o público com a proposta de
unir cultura pop e zoologia.
Ao longo das últimas quinta e sexta de outubro, a programação contemplou oficinas pela manhã e tarde reservada para rodas de conversa com autores presentes, em uma descontraída e entusiasmada interação com a comunidade estudantil, que garantiu a lotação do espaço, mesmo com tempo de chuva. Além dos estudantes da casa, muitos visitantes, tais como os jovens ligados à ong Viva Rio. A exposição de zines, recentemente doados à Fanzinoteca, teve destaque na Mostra. Durante as rodas de conversa, autores e autoras presentes puderam falar sobre sua produção e trajetória na autopublicação com ênfase na fanzinagem, entre os quais estiveram convidados oriundos da capital e até mesmo um docente da rede federal de ensino do estado da Bahia. Houve exibição do documentário inédito "Fanzine TCHÊ, 30 Anos de Resistência", nos dois dias, a partir do qual as rodas de conversa tiveram como tônica os relatos de artistas independentes que evidenciaram a automotivação que move o fazer zineiro, o processo artesanal da produção criativa e gráfica hoje e nos tempos pré-internet e também como o zine tem, no contexto da educação, uma seara promissora para sua inserção e revitalização nos dias atuais. Entre debutantes na área dos fanzines, bem como veteranos de cerca de 40 anos no fanzinato que conheceram a Fanzinoteca, destacando-se ineditismo e importância do espaço dedicado à memória das publicações contra-hegemônicas.
Oficina de Zine Pop-Up com Sara Gaspar, apresentando
possibilidades criativas na artesania zineira.
Autores veteranos com destaque no fanzinato e que puderam compartilhar suas experiências com novos autores, participando da feira de zines e rodas de conversa, entre eles, Wagner Teixeira , Diego Gomes, Carole Bê, Sergio Junior, Paulo Carvalho, David Beat, Gabriel Belmont, Yuri Belmont, Yassu Noguchi, Matheus Araújo, Fabíola Barcelos, Grupo de Leitores Passarinhos no Sótão, Karoll Castro, e os projetos de zine da casa, Coletivo IFanzine e Em Cada Canto um Conto. 
A feira de Zines ocupou a quadra poliesportiva, reunindo
autores convidados e novos talentos revelados pelo projeto.
A coordenação da Fanzinoteca  agradece imensamente aos visitantes, sobretudo aos autor@s que vieram de regiões mais distantes e que diversificaram o conteúdo das publicações e repertório em cena no evento, que contemplou expressões de quadrinhos, literatura, abordagens politizadas sobre alimentação, resgate de tradição oral, movimentos sociais, punk, visualidades, entre outros, como fio condutor de diálogos ocorridos num clima acolhedor de respeito ao diverso, com ênfase na criatividade e generosidade presente na relação dos que fazem e apreciam o fanzine.  
A II MOSTRA de ZINES PEIBÊ é uma estratégia promissora para aglutinar autores afeitos à autopublicação e identificados com o fanzinato e firma-se como um destacado evento de cultura independente do estado do Rio, provando que o zine continua mais vivo do que nunca.

23 outubro 2018

Tá chegando a hora!


A Mostra de Zines Peibê teve sua origem nas celebrações do dia nacional dos fanzines, comemorado em 12 de outubro, data de lançamento daquele que é considerado o primeiro Zine do Brasil, o Ficção, do cartunista piracicabano Edson Rontani. A partir da inauguração da Fanzinoteca IFF Macaé em 11 de outubro passado, a Mostra de Zines institui-se como o principal evento anual da Fanzinoteca. Este ano a Mostra acontece em 25 e 26 de outubro, próxima quinta e sexta, com rodas de conversa, oficinas, exposição e feira de zines. Uma programação diversificada e muitos autores da região e de outras tribos pra agradar de cheio quem é hospedeiro do vírus da fanzinagem e quem curte cultura independente.
Então não deixe de participar, é só chegar que essa festa promete! 
Confere a programação...


10 outubro 2018

Oficinas da II Mostra de Zines PEIBÊ - Programação

A II MOSTRA DE ZINES PEIBÊ terá uma programação diversificada de oficinas que acontecerão na Fanzinoteca pela manhã, de 8 às 12h nos dias 25 e 26 de outubro. 
Confira abaixo:


25/10 - QUINTA-FEIRA

08 às 10 H

OFICINA DE ZINE POP-UP
SARA GASPAR
Graduanda em Ciências Biologicas pela NUPEN/UFRJ, egressa do curso de eletrônica do IFFluminense Campus Macaé, Sara foi bolsista do projeto de extensão IFanzine por 3 anos e hoje está ampliando sua vivência com os fanzines como bolsista no projeto Comer pra Quê da UFRJ, 
projeto que visa despertar a consciência crítica de que suas práticas alimentares são frutos de ações políticas.

A proposta da Oficina é apresentar as possibilidades criativas com feitura de publicações experimentais-artesanais à maneira DIY dos fanzines, com técnicas de dobradura que saltam das
páginas, oportunizando novas dimensões para exercício de autoralidade zineira.

Vagas: 30.

10 às 12 H

OFICINA “ZOOZINE”: 
PECULIARIDADES ANIMAIS E SUA POSSÍVEL UTILIZAÇÃO EM FANZINES

Elidiomar Ribeiro da Silva
Licenciado em Ciências Biológicas, Mestre e Doutor em Zoologia (UFRJ)
Professor do Departamento de Zoologia da UNIRIO
Cadastrado como coorientador junto ao Mestrado em Divulgação Científica da FIOCRUZ
Luci Boa Nova Celho
Bacharel e licenciada em Ciências Biológicas (FAHUPE), Mestre em Entomologia (UFV), Doutora em Zoologia (UFRJ), Pós-doutora em Biodiversidade Neotropical (UNIRIO)
Bióloga do Departamento de Zoologia da UFRJ
Cadastrada como coorientadora junto ao Doutorado em Entomologia da UFV
Editora da revista “A Bruxa”

A proposta da Oficina é pesquisar, à luz dos conhecimentos da Zoologia, grupos e características animais que podem ser explorados em fanzines e outros produtos da cultura pop. Total ênfase será dada a espécies da fauna brasileira, bom como elementos populares em manifestações folclóricas.

Vagas: 20.

26/10 - SEXTA-FEIRA

08 às 10 H

OFICINA EXPERIMENTAL DE FANZINES
Rômulo Ferreira 
Graduando em Pedagogia pela Universidade federal de Ouro Preto, trabalhoa com zines e publicações independentes desde de 1999. Qundo criou seu primeiro fanzine “Descontemplados Zine” desde ai nunca mais parou, edita o Fanzine AMEOPOEMA, o Suplemento Acre, possui  5 livros que mesclam técnicas de zine com publicação editorial.
Em 2015 criou a Mostra Grampo, maior evento da capital carioca destinado aos amantes do Fanzine. 

Quem produz um fanzine quer criar vias, meios de apropriar‐se e de dialogar com manifestações sem espaço de circulação. Por meio das publicações independentes, o zineiro conhece, aprecia, apreende e faz parte de diferentes manifestações: ele cria um diálogo que anteriormente não existia. 

Vagas: 30.


10 às 12 H

OFICINA DE ANIMAÇÃO STOP MOTION
CLEO FURTADO
Licenciada em Artes Visuais pela UFPR. Especialista em Educação Tecnológica pelo IFES. Participou de duas etapas do curso de Formação de professores do Anima Mundi. Arte-educadora da rede Municipal de Macaé como professora da Oficina de Animação, Robótica e Games para as séries finais do Ensino Fundamental.

A proposta da Oficina é explorar os elementos básicos da animação, produzindo brinquedos ópticos e experimentando técnicas em STOP MOTION por meio de desenhos sequenciados e recortes de papel, criando assim pequenos filmes e gifs animados utilizando aplicativos de celular.

Vagas: 20.


As inscrições estão abertas e as vagas podem ser reservadas pelo email: projetoifanzine@gmail.com ou na Fanzinoteca.


07 outubro 2018

II MOSTRA DE ZINES PEIBÊ CELEBRA UM ANO DA FANZINOTECA


A Fanzinoteca IFF Macaé celebrará o Dia Nacional do Fanzine, como o faz há 5 anos, com a II MOSTRA PEIBÊ DE ZINES, e este ano contaremos com a presença de autor@s do Rio  de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e de cidades vizinhas, bem  como a prata da casa. A programação abrangerá nos dois dias do evento, 25 e 26 de outubro, oficinas, rodas de conversa, exposição e feira de zines, representando um avanço em relação à edição passada, indicando a crescente proposta de fortalecimento da cena alternativa dos fanzines e interiorização da cultura. A Fanzinoteca é uma das poucas do gênero no mundo, oportunizando um espaço singular de estímulo à autoralidade, contribuindo com a preservação da memória das publicações independentes e contra-hegemônicas. O espaço está à serviço da comunidade não só interna, como da comunidade externa, na capacitação de educadores para uso das revistas artesanais como ferramenta no ensino-aprendizagem, bem como servir de espaço de estímulo à literatura popular. Funcionando diariamente de segunda a sexta de 13h30 às 16h30, a fanzinoteca já recebeu mais de 1300 pessoas no seu primeiro ano e conta comum acervo de cerca de 1000 publicações obtidas por meio de intercâmbio e colaboração de artistas/autores do país afora. 

II MOSTRA PEIBÊ DE ZINES E PUBLICAÇÕES INDEPENDENTES.
Dias 25 e 26 de outubro na FANZINOTECA IFF MACAÉ.

ENDEREÇO PARA REMESSA DOS ZINES PARA COMPOR A MOSTRA:
Instituto Federal Fluminense (A/C Alberto Carlos Paula de Souza)
Rodovia Amaral Peixoto, km 164, Bairro Lagoa
Macaé-RJ. 
CEP: 27.925-290
Email: projetoifanzine@gmail.com

PARA SER EXPOSITOR NO EVENTO (inscrições até 20 de outubro):
Inscreva-se mediante o preenchimento deste formulário e terá direito a um espaço para expor/trocar/vender sua publicação (sob sua inteira responsabilidade) nos dias 25 e 26/10, de 14 às 18h no Instituto Federal Fluminense Campus Macaé.
Não deixe de participar deste momento histórico com seu fanzine e/ou publicação independente.

CONFIRA ALGUMAS PRESENÇAS CONFIRMADAS:


CAROLE BÊ
Zine Disperso
Carole Bê é poeta e mora no Rio de Janeiro.
Publica zines e livros de artista pela editora independente Prensa Cartucheira, fundada por ela em 2013.

Contatos de divulgação: 





DAVID BEAT

David Beat é um ilustrador underground. Sua arte é um mesclar de subconsciente e surrealismo. Carregada de simbologias, suas ilustrações nos remetem a algo por vezes indecifrável, quase como um quebra-cabeça esquizofrênico. O autor vê o Surrealismo como um espelho, no qual o espectador se depara com os fragmentos de sua psique. 
Entre suas referências estão: John Kenn Mortensen, Jean Giraud, Henry Jaepelt, Junji Ito, com destaque para obra “Uzumaki”. Fã assumido de cultura japonesa, tem como atividade nas horas vagas sempre está assistindo animes, lendo ocasionais mangas, lendo um livro ou ouvindo música indie. Não tem o hábito de desenhar sempre, somente quando há impulso interno ou algo que excite sua mente criativamente. 
O autor também responde por um zine de nome homônimo, no qual difunde suas ilustrações para os aficionados; “Artistas do Underground” um zine colaborativo; “Imagine” um zine folder; “Grito Marginal” um zine apenas on line.
Como um adepto da cultura zineira, sempre que possível se embrenha em zines de amigos, constando em diversos zines espalhados por aí.
E seu projeto mais recente é uma HQ de nome “O amuleto”, inspirada depois que o autor se deparou com uma Hq de Moebius de nome “Arzach”.     
Até o presente momento, encontra-se residente no interior de Duque de Caxias, no bairro Xerém. E segue acreditando na cultura  D.I.Y.
Para quem quiser ficar por dentro do que o autor anda produzindo segue aqui links para melhores esclarecimentos:
Instagram: @davidbeatilustra                                   



RÔMULO FERREIRA

Rômulo Ferreira é autor e artista prático autodidata, editor de fanzines (publicações independentes).Organizador e criador do Coletivo AMEOPOEMA (fb.com/ameopoema); grupo que estuda tendências literárias e artísticas urbanas em parceria com o Selo Editorial Outras Dimensões. Idealizador da Mostra Grampo de Fanzines e Afins. Publicou alguns livros, ajudou em outros, espalhou alguns fanzines de conteúdo literário pelas cidades e sigue produzindo arte independente; a qualquer custo.
Publicações autorais: 

Coletâneas e fanzines autorais: ‘‘13 Poemas Manuscritos’’, 2006 ‘‘Homem sem Rosto’’, 2006 ‘‘Poesia Para Nada’’, 2006 ‘‘Aprisionado’’, 2007 ‘‘Tude o Consdestrução’’, 2007 ‘‘O Anarquismo’’, 2007 ‘‘Amor e Anarquia’’, 2008 ‘‘3x4’’, 2009 

Livros: 
‘‘Color de Luna’’, 2009 ‘‘Boa Noite Meretriz’’, 2010 ‘‘Amorfo’’, 2011 (Ed. Clube dos Autores - SP) ‘‘Amigos da Natureza’’, 2011 ‘‘Olhares e Silêncio’’, inédito ‘‘Preto Nu Branco’’, Inédito ‘‘Soco No Olho’’ (vol 01, 02 e 03) ‘‘Áspero’’ – poesia em processo, 2016 ‘‘Despoesia’’ – textos pós poéticos, 2016 

Fanzines e afins: 
‘‘Descontemplados Zine’’, desde 2001 ‘‘Silhueta Zine’’ (desde 2005) ‘‘Sol e Lua, (2009)‘‘AMEOPOEMA’’ ( desde 2010) ‘‘Suplemento Acre’’ ( desde 2012), ‘‘Mínimo Livro’’ (2013) 
‘‘Coluna Com Verso’’ – Arte escrita e, Coluna (MG) 

Contatos:
Telefone: (31) 9 7526 3996
E-mail: romulopherreira@gmail.com
Facebook.com/silhuetaartzine
Instagram: @romulo_pherreira

SERGIO JÚNIOR 
(Zine Fécum)


Sergio Júnior nasceu em 15/11/1967, um escorpiniano à risca e que desde cedo se viu envolvido com artes, participando de teatrinhos escolares, bandas musicais, fez inúmeros poemas ( hoje, esporadicamente ) e publicações independentes. E foi neste segmento, dos fanzines, que mais conheceu novas amizades e produziu. Muitos de seus zines, continham um "algo a mais". Por exemplo, num fanzine feito sobre tortura, Mr. Blackwell, pincelou o próprio sangue em cada exemplar. No fanzine poético Cemitério de Ilusões, enviou um punhadinho de terra retirada do Cemitério São João Batista. No número 1 do Fécum, seguiu com um punhado de fumo de cigarro... entre outros.  Após a comemoração dos 30 anos do personagem, em 2009, saiu de cena, sem alarde, por diversos motivos particulares... Até aí, foram 7 números, onde em cada um seguiu um esquema. Um, só feito por ele mesmo, outro por amigos, outro com o Fécum encontrando vários personagens do alternativo, etc.  Retornando neste 2018, visando a Mostra PEIBÊ, que foi indicado por Anita Costa e José Zinerman. E em 2019, quer ver todos na comemoração dos 40 anos do Fécum.
Além do Fécum, realiza parcerias com o personagem Budum ( de Rafael, de SC ), e outros tais como Guiminha e Black.

Contatos:
Email: sergiocriss@gmail.com


YASSU NOGUCHI



Yassu Noguchi reside no Rio de Janeiro, é poeta, palindromista, produtora cultural, zineira e autora do livro independente Meu olho não puxado puxou o lado errado. Através de seu selo Nouvelle Fanzine lançou os zines Poemas para ler da esquerda para a direita, amorzine, céu mar, Tirinha,Você é poeta? Legal. Mas trabalha com o quê?,zinerótico, golpe-palíndromo, e feminicídio edifício. Sua produção é inspirada nos haicais japoneses, na poesia concreta e na cultura de rua, como os slams de poesia.
Contatos:
Celular: (21) 99683-1483
E-mail: nouvellefanzine@gmail.com
Facebook:
www.facebook.com/yassu.noguchi 
www.facebook.com/Nouvelle-Fanzine-427719683983020/
Instagram:
@yassunoguchi
@nouvellefanzine


MATHEUS DE ARAÚJO

Cria da favela Rubens Vaz, no Complexo da Maré, Rio de Janeiro. Escorpiano, nasceu no halloween de 1997, filho de Rosemery Félix e Marcelo Fonseca. Formado no ensino médio-técnico integrado em Mecânica no CEFET/RJ, estudante de Letras - Literaturas na UFRJ, tem poemas publicados na antologia poética "Poesias Flupp Pensa 2016" e "Seis temas à procura de um poema", da (FLUP), e autor do recém lançado "Maré cheia", seu primeiro livro autoral de poesias. Participou da programação oficial da 16ª Feira Literária Internacional de Paraty, a FLIP 2018. Baterista, fotógrafo, poeta favelado, amante do basquete e da dança, suas principais referências são poetas negras. Seu lema é Lealdade."
- Os contatos de divulgação são:
Facebook: https://www.facebook.com/math.araujo.poesia/
Instagram: https://www.instagram.com/math.araujo.poesia/


FABÍOLA BARCELOS


Professora apaixonada por literatura e poesia, Biblioterapeuta, criadora do projeto de incentivo à leitura Passarinhos no sótão (2012) e idealizadora do projeto Ninho de leitores, onde atua como mediadora de leitura no CIEP 455 M. Maringá desde 2016. Conheceu os zines através da poesia e agora produz e incentiva seus alunos a produzirem também.

Seus zines poéticos trazem uma proposta terapêutica pois acredita na escrita como forma de expressão e autoconhecimento. 
Além dos zines, ela produz garrafinhas com poemas e caderninhos artesanais.
Conhecer a FANZINOTECA foi um impulso para criar os seus zines.
Fabiola Poetisa: @passarinhos_no_sotao  (Instagram)
Passarinhos no sótão  (Facebook) 
Grupo de Leitores Passarinhos  (Facebook)

GRUPO DE LEITORES PASSARINHOS

O Grupo de Leitura do CIEP 455 Maringá, conheceu o fanzine através de uma visita ao IFF MACAÉ. Os alunos ficaram apaixonados pelas diversas possibilidades de se expressarem e, incentivados pela professora Fabíola que coordena o projeto, começaram a produzir seus zines.
@passarinhos_no_sotao  (Instagram)
Passarinhos no sótão  (Facebook) 
Grupo de Leitores Passarinhos  (Facebook)





DIEGO GOMES

Diego Gomes, nasceu em Cachoeiro de Itapemirim - ES, em 1991. Seu primeiro contato com o fazer arte foi no segundo ano do Ensino Médio, ao começar a fazer graffiti nas ruas da cidade neste mesmo ano (2007). Um ano depois, passa no processo seletivo do IFF Campos-Centro para a graduação em Design Gráfico. Em 2009 muda-se para Campos dos Goytacazes onde finaliza a graduação no ano de 2013, apresentando seu TCC (Livro de Poesias: um projeto editorial ilustrado). Em 2015, começa a publicar online suas primeiras tiras e em 2017 lança seu primeiro zine impresso ("Perrengue da Porra", uma trilogia que já está com sua terceira e última edição em processo). Trabalha principalmente como ilustrador freelancer e na confecção de painéis sob encomenda."
Facebook: fb.com/diego.gasgomes
Instagram: @gas_gomes (instagram.com/gas_gomes)
E-mail: diegomelogomes@hotmail.com
Whatsapp: (22) 99729-0643

HQ's SEM ENDEREÇO 


Projeto de incentivo a aprendizagem orientado pelo Profº  de Língua Portuguesa Romario Novaes, e tem como objetivo divulgar as produções independentes dos alunos do IFBA-Campus Ilhéus, bem como, proporcionar o conhecimento da nona arte como um meio de comunicação social.


CONTATO DE DIVULGAÇÃO: 
Instagram: @semenderecohq

28 junho 2018

IV FÓRUM DE PESQUISADORES EM ARTE SEQUENCIAL Divulga Programação Completa.


Nos dias 25 a 27 de julho, o campus Macaé do Instituto Federal Fluminense sediará o IV Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial - FNPAS. Realizado em parceria com o projeto de extensão IFanzine e Fanzinoteca IFF Macaé, o fórum contará com uma extensa e diversificada programação de mesas redondas, mais de quarenta apresentações orais, minicursos e oficinas. 

O Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial é um encontro bienal promovido pela Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS), que integra pesquisadores que ensejam a pesquisa e o desenvolvimento científico e pedagógico acerca da arte sequencial, com ênfase nas histórias em quadrinhos. 

O IV FNPAS terá como tema “Os Quadrinhos e Diversidade”, sendo o mote para as discussões promovidas durante as sessões de comunicação e mesas redondas. As apresentações orais terão os eixos “Fanzine e Quadrinhos Autoriais”, “Quadrinhos, Gênero e Diversidade”, “Mídia e Linguagens”, “Cultura e Sociedade” e “Quadrinhos e Educação”. As mesas redondas terão como discussão os temas “Mulheres e Mangá – Uma História a Partir da Perspectiva de Gênero”, “Fanzines, Pesquisa e Diversidade”, “Os Quadrinhos, a Pesquisa e a Universidade” e “Gênero e Diversidade”. 

Haverão três oficinas na Fanzinoteca : “Quadro a Quadro – Fundamentos Narrativos das Histórias em Quadrinhos”; “Oficina de Fanzine Gibiozine” e “Oficina de HQforismos”, sendo as três oficinas voltadas para os estudantes do IFFluminense. Haverá ainda um minicurso com o tema “Como Escrever Quadrinhos” para os participantes inscritos no fórum. 

O evento contempla ainda uma exposição de quadrinhos produzidos pelos estudantes do campus Macaé e uma sessão de autógrafos e lançamento de publicações que ocorrerá na Fanzinoteca IFF Macaé, com a presença de pesquisadores e autores de quadrinhos de diversas partes do país. Estudantes do IFF Macaé que produzem fanzines a partir do trabalho desenvolvido na Fanzinoteca também farão parte como autores, lançando seus zines.

Segundo Alberto de Souza, programador visual do IFFluminese Campus Macaé, também associado da ASPAS e responsável pela Fanzinoteca sediada no campus desde outubro passado, o evento, pela sua amplitude, contempla diferentes perspectivas das inúmeras áreas do conhecimento e possibilitam a melhor compreensão da Arte Sequencial, fortalecendo da pesquisa transdisciplinar na área de quadrinhos e afins. Houveram mais de 40 inscritos para apresentações orais, com 21 pesquisadores do estado do Rio de Janeiro, sendo 08 do IFFluminense, e, ao todo, teremos representadas instituições tais como UFG, UNEB, UEMG, IFFluminense, IFRJ, UFS, Universo, Colégio Militar de Brasília, UFRJ, UNIFAP, UFES, USP, UNESP, UEL, UFMG, entre outras. 

As inscrições para a participação como ouvinte seguem abertas e as informações gerais sobre o evento estão disponíveis no site: 

Confira o CADERNO DE RESUMOS e aqui a LISTA DE PUBLICAÇÕES que acontecerá no dia 26/07 às 18h na Fanzinoteca.






08 maio 2018

Oficina de Zine sobre Alimentação Consciente em Parceria com UFRJ Campus Macaé

O movimento "Comer Pra Quê?" é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), entre outras instituições comprometidas com o Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável. Em Macaé, o movimento é conduzido pela UFRJ sob a coordenação da professora do curso de Nutrição, Amábela Avelar. Os participantes do projeto estarão nesta quinta-feira, 10 de maio, das 13h às 16h, na Fanzinoteca do IFFluminense, Campus Macaé, para dinamizar uma oficina de fanzines em parceria com o projeto IFanzine.
O objetivo da oficina é promover discussões e subsidiar a criação de fanzines que abordem a consciência crítica sobre as práticas alimentares. "Pensar a comida de verdade além de seus aspectos nutricionais é descobrir as dimensões ambiental, psicossocial, cultural, econômica e biológica do alimento - um pensar que vá do sabor ao saber, do quintal à mesa", segundo o website do movimento.
A oficina é gratuita e aberta a todos os interessados. Os zines produzidos farão parte do acervo da Fanzinoteca do Campus Macaé.
(Fonte: Portal do IFFluminense)

03 janeiro 2018

Fanzinoteca e ASPAS promovem Fórum de Pesquisa em Arte Sequencial no IFF Macaé


Promovido pela Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS) em parceria com a Fanzinoteca IFF Macaé e com o Instituto Federal Fluminense de Macaé (RJ), o IV Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial (FNPAS), terá como tema “Os quadrinhos e a diversidade”. A exemplo de encontros anteriores, o IV FNPAS conclama pesquisadores e professores dos mais diversos campos a refletirem sobre o papel dos quadrinhos na produção de conhecimentos, tanto nas universidades quanto na educação básica. O tema “diversidade” resume a amplitude do alcance das práticas e pesquisas em torno desse objeto e convida todos a refletirem sobre o futuro dos quadrinhos campo de estudo.

Como tema central do evento, a comissão organizadora e os associados da ASPAS optaram pela questão “Os quadrinhos e a Diversidade”. Com grande significação social, a diversidade compõe o universo social no qual as histórias em quadrinhos são produzidas, comercializadas, distribuídas, lidas, consumidas e ressignificadas. Acreditamos que o amplo debate sobre o tema nos ajudará a compreender melhor os fenômenos sociais da atualidade e virá para o fortalecimento da leitura, pesquisa e autoria dos quadrinhos. A tematização comportará a programação coletiva de palestras, mesas-redondas e debates, assim como a organização das comunicações orais. Contudo, serão aceitas candidaturas de comunicações orais sobre outros temas importantes, segundo critérios qualificativos exclusivos da comissão científica, que serão analisados caso a caso e inseridos na categoria de temática livre.

Entre as atividades do IV FNPAS serão realizadas palestras, mesas-redondas, comunicações orais, oficinas, exposições e lançamentos de livros, fanzines e revistas. A programação detalhada será disponibilizada em breve por meio das redes sociais e boletins emitidos pela comissão organizadora.

O evento concentrará suas atividades entre os dias 25 a 27 de julho de 2018, no Campus do Instituto
Federal Fluminense, em Macaé (RJ). 

Para maiores detalhes acesse o edital.

28 novembro 2017

Fanzinoteca participa do IFF Integrando Saberes

Oficina de zine para os estudantes do 9º ano da
Escola Estadual Municipalizada Leonel Brizola de Macaé
Durante esta semana, de 21 a 23 de novembro, o IFanzine participou ativamente da programação do IFF Integrando Saberes, evento cuja proposta, a de valorização da pluralidade cultural e social, com foco em múltiplos saberes envolvendo a comunidade estudantil, contou com inúmeras atividades tais como palestras, exposições de trabalhos, oficinas, cine-debates, apresentações culturais e minicursos. Realizamos feira de zine acompanhado do nosso aparato audiovisual - o Toten Zine – por meio do qual divulgamos alguns vídeos relacionados à trajetória do projeto IFanzine nos seus quatro anos de existência; realizamos uma oficina para cerca de 50 jovens da rede municipal de ensino de Macaé e, além da apresentação oral durante a Expocit, evento acadêmico no qual os projetos de pesquisa e extensão do IFFluminense Campus Macaé se apresentaram à comunidade estudantil, tivemos a oportunidade de realizar uma oficina na Fanzinoteca para os estudantes surdos e intérpretes de libras. Entre os surdos presentes à oficina, recebemos estudantes da Escola Municipal Polivalente (Macaé), da Escola Municipal Ancira Gomes de Pimentel (Macaé) e estudantes de Casimiro de Abreu. Para saber um pouco sobre a experiência vivenciada nesta semana de intensas fanzinagens, convidamos a Mylena Schuab, estudante do IFF Macaé e representante da comunidade surda, para comentar sobre suas impressões: 
Oficina de Zine para estudantes surdos
com os intérpretes de libras do campus Macaé
"Achei bastante interessante a ideia de produzir nosso próprio fanzine para divulgar as questões da surdez, para dar visibilidade à cultura surda, para mostrar que o surdo não é invisível, que a comunidade surda existe sim. Como meio acessível de comunicação, entendo que o fanzine pode ser uma alternativa a ser usada para conscientização das pessoas, e ajudar a acabar com preconceitos. Conheço surdos que sabem desenhar muito bem e podem ajudar a fazer um fanzine. Alguns também abandonaram os estudos, mas vou tentar fazer com que eles venham para fazer outras oficinas de fanzine. Os surdos gostam muito de histórias em quadrinhos. Porque na verdade a maioria dos surdos não entende a língua portuguesa, mas quando uma história tem imagem, ações, expressões de triste ou feliz, e que facilitam a leitura, o surdo vai se interessar mais."
Novos encontros na Fanzinoteca serão agendados para a elaboração de uma publicação coletiva, feita pelos estudantes surdos, a ser lançada em breve.


09 novembro 2017

Coletivo IFanzine na II Semana de Produção Cultural da UFF Rio das Ostras

Zines coletivos e zines autoriais dos estudantes do IFFluminense na II Semana Procult UFF CURO
Com atividades acadêmicas, artísticas e culturais organizadas por estudantes do curso PRODUÇÃO CULTURAL do Campus da UFF em Rio das Ostras a 2a Semana de Procult UFF CURO tem a proposta de reunir grupos, coletivos, pesquisadores, artistas e expositores para construir coletivamente uma dinâmica de trocas e aprendizados na órbita da temática  "CULTURA & RESISTÊNCIA"!
O COLETIVO IFANZINE, responsável pela FANZINOTECA IFF MACAÉ, se faz presente com mostra de fanzines produzidos pelos estudantes do IFFluminese Campus Macaé até sexta-feira, 10/11,  quando dinamizará, às 14h, uma Oficina de Fanzine como atividade integrante do Dia Nacional de Lutas com paralização e protestos em todo o Brasil, contra a reforma trabalhista, que entra em vigor no sábado e da Previdência, cuja tramitação está empacada no Congresso.
Abaixo algumas cenas da participação da equipe da Fanzinoteca na UFF de Rio das Ostras.

16 outubro 2017

INAUGURAÇÃO DA FANZINOTECA IFF MACAÉ

Rodas de Conversa, lançamentos, mostra e feira de fanzines marcaram
O início das atividades da  primeira FANZINOTECA pública no interior do Rio.
O Dia Nacional do Fanzine este ano contou com um evento de destaque nas comemorações que há alguns anos vem sendo celebrada junto a comunidade de fanzineiros, trata-se da  Fanzinoteca IFF Macaé que foi inaugurada na última quarta-feira, 11 de outubro, concretizando um meta que há quatro anos vem sendo perseguida – a de reunir o acervo adquirido pelo Projeto de Extensão IFanzine por meio de trocas com a comunidade de fanzineiros, e possibilitar a apreciação e o registro de memória das publicações independentes, além de dispor de um espaço para promover a capacitação de educadores para uso de fanzines na sala de aula, além de proporcionar mecanismos de estímulo à leitura e produção de literatura popular. 
Catraca Desfuncional
na entrada.
Feira de zines com vária(o)s
estudantes autora(o)s.
O Coro do IFF Macaé, regido pelo professor Helio Junior, deu início à programação do evento, que contou com exposição do acervo de publicações independentes, feira de troca de fanzines, debates e lançamentos. Na entrada da Fanzinoteca, uma catraca reaproveitada foi instalada para destacar, contraditória e criativamente, a liberdade criativa e o estímulo à autoralidade acessível a todos, pois desde a entrada, os participantes são convidados a contribuir com alguma expressão artística autoral, seja com desenhos, textos ou outras performances. 
Jovens estudantes do IFF Macaé e que atuam diretamente no projeto IFanzine lançaram seus fanzines autorais no evento e puderam vivenciar a experiência da fanzinagem em plenitude. “Postar material virtualmente e alcançar retorno é uma coisa, mas estar presente, em contato com pessoas distintas analisando seu trabalho é totalmente diferente. Cada sorriso esboçado, cada expressão de afeição, pedido de dedicatória e perguntas a respeito de meu processo criativo fizeram meu coração dançar no peito como nunca antes. Que venham mais eventos como este” - comemorou Vitor Fortunato, que lançou no evento o zine “PLANETA EMOÇÃO”. Outros zines como “QUE MERDA É ESSA” de Sara Gaspar; “GIRLS” de Duda Belmont; “BOM DIA?” de Keven Rocha; “SEREIANDO” de Clara March e“CRIME E CASTIGO” de Erika Freitas movimentaram as trocas na feira que aconteceu no interior da Fanzinoteca. Destacamos ainda, além dos estudantes da casa, o poeta Max Medeiros, vindo do Rio de Janeiro especialmente para o evento e que, além de participar da feira com seu trabalho muito apreciado pelos visitantes, declamou uma de suas criações no decorrer da Mostra.
Roda de conversa e lançamento do zine
MARX NA ATUALIDADE
Destacamos a presença das artistas Taob, de São Pedro da Aldeia, com suas belíssimas gravuras na exposição “IMAGINÁRIO” e a fotógrafa macaense Amanda Moraes com a mostra “FILOGRAFIAS”. As rodas de conversa mantiveram a dinâmica de interação e sinergia no decorrer de uma agradável tarde de véspera de feriado, com o lançamento de zines que deram o tom dos bate-papos. Iniciou-se com o lançamento do zine “MARX NA ATUALIDADE” produzido pelo projeto IFanzine em parceria com o professor de filosofia Leonardo Berbat de Brito, que mediou a falação sobre o tema em questão. O zine estréia a “Coleção Fanzinoteca IFF Macaé” selo editorial que pretende destacar a nova Fanzinoteca como espaço de estímulo à produção autoral e subjetivação zineira. Outras publicações e rodas de bate-papo se seguiram, com o relançamento do zine PEIBÊ 5 e depoimentos dos estudantes que atuam no projeto IFanzine e do coordenador, Beralto. Outros zines produzidos pelo projeto em parcerias foram relançados, como o zine Traços de Memória 2, contando com a participação da professora de português e literatura Andrea Barbosa e suas bolsistas Juliana Campos e Erika Freitas. Distribuiu-se ainda o zine “DEPRESSÃO, E EU COM ISSO?
Detalhe do zine GIRLS de Duda Belmont
Houve ainda a inauguração do aparato audio-visual produzido pela equipe organizadora com material reaproveitado, e que foi denominado TOTEN-ZINE - um display em formato de caixa de auto-atendimento bancário, contendo zines ofertados gratuitamente, enquanto um monitor de vídeo exibiu um audiovisual produzido pelos artistas Edgar Franco, o Ciberpajé e Danielle Barros, a IV Sacerdotiza, no qual criam um HQforismo especialmente para demonstrar o processo criativo deste sub-gênero dos quadrinhos poético-filosóficos. Os dois, pesquisadores renomados e referências entre os autores de quadrinhos independentes de inspiração poético-filosóficos, participaram juntamente com Gazy Andraus da produção do zine Café Filosófico 2, que marcou a estreia do TOTEN-ZINE que, segundo Beralto, coordenador da Fanzinoteca, será um recurso para disponibilizar, além dos fanzines que sejam enviados para o acervo, materiais audiovisuais produzidos pelos artistas que se interessem em divulgar sua obra e processo criativo para os visitantes da Fanzinoteca.
Totem Zine, com vídeo produzido pelo Ciberpaje
e IV Sacerdotiza especialmente para a Fanzinoteca

Se fez presente ainda a professora Amábela Cordeiro (UFRJ campus Macaé) que discorreu sobre o projeto COMER PRA QUÊ, direcionado  à juventude brasileira com objetivo de gerar consciência crítica sobre as práticas alimentares e que, entre outras ações, utiliza o zine como veículo comunicacional. O produtor cultural e fanzineiro de Casimiro de Abreu, Tiago ABS finalizou as rodas de conversa apresentando seu acervo pessoal de zines e um relato sobre os aspectos subjetivos relevantes na prática da fanzinagem, com ênfase na afetividade e troca presentes como fator de grande motivação para o autor à margem da grande imprensa. 
Compuseram a mostra os originais de fanzines produzidos pelos estudantes das professoras de português e literatura Olivia Fonseca e Elida Tuão, com o tema Empoderamento Feminino e que tiveram destaque na Mostra em estantes próprias. A decoração festiva e um coquetel retrô, servido no decorrer do evento aos participantes, deram o tom de descontração proposta pela organização e o público concorreu durante toda a tarde, com cerca de 200 visitantes até o final do dia. A Fanzinoteca IFF Macaé informará em breve os dias e horários de atendimento, mas estará permanentemente aberto a visitações mediante agendamento prévio, inclusive para promoções de oficinas, minicursos e lançamento de publicações. 
Zines sobre Empoderamento Femino
Segundo Alberto de Souza (Beralto), coordenador da Fanzinoteca, o espaço representa uma nova fase do projeto IFanzine, pois corporifica o acolhimento do fanzine no Instituto Federal Fluminense, uma vez que temos construído ao longo de 4 anos a inserção da prática da fanzinagem na sala de aula e em ações de extensão, por meio de parceria com professores, que vêm reconhecendo este suporte das revistas de fã como um mecanismo de estímulo à produção textual e mesmo como processo avaliativo. Por sua vez os estudantes têm respondido com entusiasmo na medida em que percebem os predicados da mídia tátil como detentora de atributos únicos e a interação presencial que ela oportuniza - uma vivência ímpar, que a dinâmica das redes sociais não consegue suprir plenamente. Ver de perto um autor com sua revista artesanal e independente, desprovida das amarras comerciais, provoca identificação junto ao jovem que se vê motivado a fazer sua revista também e a explorar seu potencial criativo.
Kit zine "QUE MERDA É ESSA?" de Sara Gaspar, zine escatológico em
duas edições, com miniatura de cocô e papel higiênico.
O uso de recursos de impressão acessíveis e processos compositivos artesanais são um fator motivacional a mais, que fazem do zine uma excelente ferramenta a ser explorada mais amplamente no ambiente educacional. Manifestamos nosso agradecimento à direção geral do IFF campus Macaé pela sensibilidade de acolher nossa proposta e acreditar no ineditismo e potencial do fanzine na âmbito do ensino e aprendizagem e também aos educadores da instituição que vêm colaborando com o êxito de nossa proposta em inúmeras parcerias. Pro fim, nossa gratidão aos artistas independentes que enviaram suas publicações para o acervo da Fanzinoteca, reafirmando o valor inestimável da relação fraternal e contagiante que ora os estudantes da nossa instituição poderão vivenciar de forma mais cotidiana nas ações que serão desenvolvidas no nosso novo espaço dos fanzines, até então inédito em uma instituição de ensino no estado do Rio de Janeiro e quiçá em nosso país, finalizou Beralto. Para agendamento de visitações, oficinas, minicurso, lançamentos de publicações envie e-mail para projetoifanzine @gmail.com
Para envio de publicações para o acervo da Fanzinoteca:
Instituto Federal Fluminense (A/C Alberto Carlos Paula de Souza) Rodovia Amaral Peixoto, km 164, Bairro Lagoa Macaé-RJ. CEP: 27.925-290

02 setembro 2017

Evento e fanzine sobre Depressão na Escola

Cerca de 1000 pessoas participaram do evento
que aconteceu nos dias 29 e 30 de agosto.
 Com o objetivo de tratar do tema Depressão no ambiente escolar, realizou-se nos dias 29 e 30 de agosto um seminário, como atividade letiva para todos os estudantes, que agrupou esforços de equipe multidisciplinar, capitaneada pelo psicólogo do IFF Macaé, Marcelo Quirino, além de assistentes sociais e corpo pedagógico da instituição, e cerca de 100 voluntários, a maior parte, estudantes, sob o título que encerra uma interrogação – “Depressão, e Eu com Isso?”.
A pergunta em questão, trouxe à baila a reflexão sobre o papel dos diferentes segmentos da instituição frente a este problema que, embora presente de forma incontestável como “mal moderno” frequente na vida de muitas pessoas, não costuma ser tratado de maneira adequada e frequentemente percebem-se muitos mitos e preconceitos em torno do assunto.  
Segundo o psicólogo Marcelo Quirino, o evento foi motivado pelo intento de dirimir os tabus e a desinformação sobre essa psicopatologia que acomete a todos, sem distinção de idade. Considerando todos os prejuízos claramente perceptíveis em diversos âmbitos, inclusive na vida dos estudantes e servidores, em suas diversas dimensões, seja social, afetivo, relacional, profissional, cognitivo ou acadêmico, afeta seriamente a vida de todos.
Conforme divulgado no portal do IFFluminense, Marcelo comentou que o evento não pretendeu ser resolutivo de determinada questão, mas não deixou de possibilitar um outro olhar sobre aquilo que nos assola. "Temos alunos felizes, menos angustiados, servidores mais próximos uns dos outros e que trocam informaçoes sobre o que ouviram, referindo-se ao saldo unanimemente positivo, conforme as manifestações dos estudantes, servidores, visitantes e pais de estudantes que concorreram maciçamente ao evento, nos dois dias dedicados à promoção de palestras, oficinas, apresentações artísticas e também o lançamento e distribuição do fanzine desenvolvido especialmente pelo Coletivo IFanzine para o evento.
FANZINE DA DEPRESSÃO
O zine elaborado pelos estudantes do IFF Macaé, apresenta
diversos olhares sobre o tema depressão de forma criativa.


O Fanzine, com título homônimo ao evento, foi proposto pela comissão organizadora durante a estruturação da programação, ao coordenador do projeto IFanzine, Beralto, que prontamente acatou o desafio de envolver os estudantes na produção autoral. Segundo Beralto, os estudantes que atuam no projeto IFanzine, bolsistas de extensão e voluntário(a)s, já estão acostumados a encarar propostas interdisciplinares, travar parcerias com os diversos segmentos da escola, seja ensino, extensão ou pesquisa, e conduzir processos criativos à moda “Do it Your Self”, de forma destemida e espontânea, pois já incorporaram o espírito zineiro de expressar ideias, deixando de lado a premissa de que a suposta “falta de criatividade” ou “falta de jeito para artes visuais/manuais” ou a falta de expertise é obstáculo para se fazer uma revista artesanal. Já são quase cinco anos em que nosso projeto incorporou ao cotidiano da escola a proposta do fanzine, percebida como uma ferramenta de inestimável valor tanto no processo ensino e aprendizado, seja como estímulo à produção textual e/ou método avaliativo, como também, vem sendo acolhido como mídia alternativa com ampla eficácia educomunicacional. Somente neste mês de agosto, além do evento sobre o tema depressão que mobilizou toda a comunidade estudantil, sendo um excelente momento para dar visibilidade ao fanzine e ao projeto, atendemos mais de 200 estudantes, num trabalho de Língua Portuguesa e Literatura, como processo avaliativo, subsidiado pelas oficinas que o projeto realizou à convite de duas professoras da escola”, complementou Beralto.
Em meio às várias atividades desenvolvidas em salas de aula e auditórios da escola no decorrer dos dias 29 e 30 de agosto, o projeto IFanzine se fez presente durante todo o evento com uma sessão de autógrafos, na qual participaram o(a)s estudantes autore(a)s com uma sessão de autógrafos, que sempre acontece quando do lançamento dos zines produzidos pelo projeto, como forma de dar relevo ao zine como estímulo à autoria e estabelecer uma relação mais fraterna e horizontal entre leitor/autor, prática implícita na cultura fanzineira.

A PRODUÇÃO E CARACTERÍSTICAS DO ZINE
O zine, com 20 páginas reproduzido em fotocópia, contou
com tiragem especial de 50 unidades com capa cartoneira.
A feitura do zine envolveu a participação do coordenador do projeto IFanzine, o Beralto (Alberto de Souza) e o psicólogo Marcelo Quirino, coordenando a produção dos estudantes. Realizou-se uma oficina no mês de julho e aconteceram convocatórias junto aos grupos de voluntários nas redes sociais. Os estudantes vinculados ao projeto, bem como voluntário(a)s colaboraram nas produções com cartuns, HQs, ilustrações e poemas. O fanzine, em formato 10x15cm, 20 páginas em preto e branco, reproduzido em fotocópia, contou ainda com uma versão online com conteúdo extra e que foi lançado simultaneamente no dia 30 às 16h, tal como divulgado na fanpage do projeto IFanzine. O zine impresso contém um QR Code que facilita o acesso ao link do e-zine.  Outra novidade é que a edição de 300 exemplares contou também com uma tiragem de 50 unidades com capa cartoneira, utilizando papelão reaproveitado pintado à mão com guache por meio de técnica de stencil. A manufatura desenvolveu-se em mutirão reunindo os autores e outros integrantes do corpo de voluntários do evento.
CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPORTÂNCIA DO ZINE NO EVENTO
Transcrevemos a seguir algumas reflexões do organizador do evento, o psicólogo clínico Marcelo Quirino sobre o evento e a utilização do zine como um dos suportes para o protagonismos dos estudantes do campus Macaé no evento em questão:
Sessão de autógrafos, a celebração da autoria, oportunizada
pelo processo criativo DIY.
“ Falar tudo o que vem à mente é a lei da Psicanálise. Então quem deita no Divã tem apenas uma regra inicial: falar. E falar sobre é o que fazemos num processo de análise. Um falar sobre o que vejo e saber que falaremos sobre aquilo que não vejo, mas verei durante a fala. Falarei nomes novos que darei a determinados processos invisíveis. Falarei sobre o sentimento que me determina e sobre como ele gera outro sentimento. A complexidade e contradição de nossa subjetividade também é objeto da nossa fala em análise. E quando penso em fanzinar é como se eu tivesse um upgrade com mais tecnologias sobre esse método psicanalítico: além de falar eu desenho, borro, pinto, rabisco, poetizo, canto, apago, silencio e demonstro tudo aquilo que não vejo nem falo pelo traço e pela letra. Fanzinar para esses alunos que colaboraram para o Zine Depressão e Eu com Isso?! e outros é como fazer uma análise de si, sem precisar saber do que fala ou pinta, sem censura, sem interpretação de um outro analisador do discurso. Dar vazão é o processo principal que durante o fluxo do dito e do rascunhado vai transformando o sujeito que fala através simplesmente do processo de falar-pintar-desenhar.  É na arte da fanzinagem que o aluno se transforma, se nomeia, se identifica, se diferencia e ali vimos sendo desenhado juntos um outro Fanzine, não impresso, mas aquele que fica recôndito na alma de quem fanzineia. Destarte, quem faz um zine necessariamente produz dois mesmo que não saiba: um divulgamos para outro e o outro divulgamos a si próprio. E nessa dupla produção, produzo-me à medida que escolho meus traços e desenho uma autoimagem de uma nova forma, mais autônoma e individual, com menos traços do outro e mais rabiscos meus de mim mesmo.”

AGRADECIMENTOS E CONCLUSÃO

Coletivo IFanzine durante o lançamento do zine.
Em nome do Projeto IFanzine nos cumpre agradecer ao psicólogo Marcelo Quirino pela sensibilidade e diligência ao mobilizar a escola para cristalizar bons momentos que nos fizeram honrados em trabalhar nesta escola e pela oportunidade de dispor do fanzine no ambiente desta instituição voltada à formação profissional e tecnológica, oportunizando aos estudantes seu espaço de protagonismo. Foi um dos pontos culminantes deste projeto que se iniciou há mais de 4 anos, sendo alegrias como essa a força motriz para novos desafios. Agradecemos também aos estudantes diretamente envolvidos na produção do zine: Sara Gaspar, Karoll Castro, Duda Belmont, Mariana Santos, Paulo José, Vitor Manoel, Carlos Henrique, Julie Leão, Keyti Santos, Ronald Delvalle, Synarha Carvalho e Clara March. Além destes, muitos outros estudantes que participaram do mutirão para produção do zine e que acorreram à nossa “linha de montagem”, como ironicamente denominamos o processo de artesania envolvida na produção do conteúdo durante a projetação e, na etapa final, a produção das capas cartoneiras e os trabalhos de acabamento gráfico que envolveu a manufatura coletiva. Fazemos nossas a conclusão do Marcelo, ao considerar que o evento, que encerrou em seu título uma pergunta, culminou com uma resposta unânime, advinda do engajamento, protagonismo, construção coletiva e espaço para rosto e voz dos envolvidos. Assim sendo, declaramos – Depressão, e Eu com Isso? TUDO!

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